Canção - Ainda bem

Postado segunda-feira, julho 31, 2006



Vanessa da Mata - Ainda Bem


Ainda bem,
Que você vive comigo
Por que senão,
Como seria essa vida:
Sei lá, sei lá.

Nos dias frios,
Em que nós estamos juntos
Nos abraçamos,
Sobre o nosso conforto
De amar, de amar.

Se há dores, tudo fica mais fácil,
Seu rosto silencia e faz parar.
As flores que me mandam são fato,
O nosso cuidado e entrega.
Meus beijos sem os seus não dariam
Os dias chegariam sem paixão.
Meu corpo sem o seu, uma parte
Seria um acaso e não sorte.

Ainda bem,
Que você vive comigo
Por que se não,
Como seria essa vida:
Sei lá, sei lá!

Se há dores, tudo fica mais fácil,
Seu rosto silencia e faz parar.
As flores que me mandam são fato,
O nosso cuidado e entrega.
Meus beijos sem os seus não dariam
Os dias chegariam sem paixão.
Meu corpo sem o seu, uma parte
Seria um acaso e não sorte.

Entre tantos outros,
Entre tantos séculos,
Que sorte a nossa, hein?
Entre tantas paixões,
Nosso encontro, nós dois,
Esse amor.

Entre tantos outros.
Entre tantos séculos,
Que sorte a nossa, hein?
Entre tantas paixões,
Esse encontro, nós dois,
Esse amor...
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Bom, a canção fala por si mesma. Sorte de quem encontra seu verdadeiro amor, e, nele, a cumplicidade, o respeito, o carinho mútuo. Boa semana a todos.

Foto de minha autoria. Entardecer na Lagoa da Pampulha, Belo Horizonte/MG.

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Canção - Vagalumes

Postado segunda-feira, julho 10, 2006

Vagalumes
Affonsinho

Vagalumes lá no breu do céu
Tanta estrela no riacho e eu
Feito um sapo solitário até
Quase louco atrás de um beijo seu
Tanto apartamento pra alugar
Nosso casamento pra acontecer
Um cha de panela pra esquentar
Nosso amor e nosso bem-querer

Vê se cabe no fundo da panela
Uma ponta do mel do seu cabelo
Um azul de voar pela janela
Uma letra de canção de amor
Sorte e giz de jogar amarelinha
Pó de chuva de molhar devagarinho
Caracol de carregar a nossa cama
Na montanha do nosso caminho

Vagalumes lá no breu do céu . . .

Vê se casa no nosso casamento
Uma lata igual à do poeta
A resposta que voa pelo vento
Duas asas de andar de bicicleta
Zigue ziguezigue, bailado de libélula
Chocolate, uva doce e casadinho
Uma gota do sol na nossa vela
E uma brisa da flor do seu cheirinho

Vagalumes lá no breu do céu . . .

Blog do Affonsinho: http://affonsinho.blogspot.com/
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Essa canção me encanta pela beleza, simplicidade e poesia com que trata a cumplicidade de um amor. Muita gente não se dá conta da essência, se perde (como eu mesmo já me perdi...), seja na imaturidade, no egoísmo ou no medo... e o que era pra ser uma bonita história de amor, acaba se transformando em momentos quase obrigatórios e frios, iniciados ou terminados por distantes "bom dia" ou "boa noite"...

Se você ainda tem um amor, fique atento ao essencial... cuide, seja inteiro; e também exiga cuidado. Sim, um amor, um relacionamento, é uma via de mão-dupla.

Foto tirada por mim, no Parque das Mangabeiras, em junho de 2006.

Até.

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